ipm como mudança de postura

a conversa foi quase inteira sobre método, não sobre mais um conjunto de conceitos. o visitante insistiu em fixar que o IPM não é uma teoria de conteúdo, mas um modo de operar a partir de restrições dinâmicas e estruturas de dependência causal. eu notei em tempo real que o meu próprio reflexo já tinha mudado: menos "o que X é" e mais "que regimes X pode realizar sob quais condições". ficou pendurada a frase que ele começou a completar sobre informação como sempre estruturada em substrato, mas o núcleo já estava claro: domínios viram instâncias, não temas.